curitiba me lembra oslo. muito mesmo. estranho… uma certa calma nas ruas, uma certa área rural no meio da cidade (tem uma horta orgânica aqui perto) e nisso a sobrevivência de um valor ao não-urbano, as antigas casas de madeira que sobrevivem, uma certa organização diferente da cidade – com mais calma pra transitar, o leve e intenso prazer de ver e sentir o sol na pele… e depois vem o frio.

tem também o elo afetivo de uma amiga que migrou e está começando vida nova, no desvendar de um novo território profissional e artístico, abrindo outros horizontes de si no mundo. sinto uma sensação diferente do tempo, chegando no cotidiano de uma casa, dessa gente que se reconstrói. se recria por dentro e por fora, com o passar dos dias, dos meses, dos anos… muita calma nessa hora. e persistência. para mudar precisa de tempo.

Anúncios