As viagens são uma metáfora, uma réplica terrena da única viagem que importa de verdade: a viagem interior. O viajante caminha, além do último horizonte, até uma meta que está presente no mais íntimo de seu ser, mesmo que esteja oculta à sua visão. Trata-se de descobrir esta meta, que equivale a descobrir-se a si mesmo.


JAVIER MORO, via José Eduardo Agualusa,

em “Um estranho em Goa”

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