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começaram as despedidas de são luís. despedidas do norte extremo em que chegamos, paramos, e criamos novas raízes.

jajá partimos pr’outras terras. o movimento renova no coração a intensidade de estar vivo.

a saudade de sentir-se em casa e entre amigos  se sobrepõe à novidade da percepção de cada momento, lugar, pessoa.

o que chega perto entra e soma-se ao que somos.

do que se faz a vida?

uma pitada do centro-ensaio pb

30 anos de candomblé no maranhão

ouvindo as propagandas políticas em carros de som estridente que passam sucessivamente pelas ruas de são luís, um gringo disse achar que eram chamados pra festas e carnaval. (assim a imagem exterior brasil=carnaval se confirma também na política). ele achou bizarro quando entendeu do que se tratava. propostas políticas não estão em questão.

democracia?!?!? o que é isso???? – tantas são as questões omissas como essa.

no meio da sujeira e dos buracos da cidade, a festa continua. dia a dia.
(mas que festa histérica!)
os brasileiros são felizes e festeiros. – disse ainda o gringo.
a festa é o que nos resta.

 

ficamos mesmo muito juntinhos nas últimas semanas!

que gostoso!

com bocas de açaí

cumbucas

dupla ao acordar

no olho da mi

(foto original da camila trans-t-ornada por mim)

(tem um pontinho que é o Lincoln, outro que é a Camila!)

no dia
da virada
da vida

tem gente frágil na praça

fazendo  anos

entreamores

uma pausa no cotidiano.
quando o vento de dentro pára.
e tudo debulha.

em são luís 8 pessoas foram atropeladas na areia da praia. trágico. mas o pior: uma criança morreu.
e mais: depois disso a imprensa falava sempre de modo particular sobre o caso, em nenhum momento questionando o fato dos carros que transitam insanamente pelas praias todos os dias e periodicamente atropelam alguém.

midia -» senso comum = manutenção do sistema.

grande portal cai ao solo

e o tempo cria o tapete verde

sob o teto azul

casarão construído pra visita de dom pedro II, que nunca chegou…

e o vento levou…

o divino segredo

festa do divino

casa fanti ashanti

“quem me vê tocando caixa

não pense que eu sou caixeira

só toco pra ajudar

as minhas companheiras”

festa do divino

casa fanti ashanti

dona maria do socorro santos feliz

casa fanti ashanti

sempre chegando em casa.
e de passagem.

momento de glamour no casarão caindo aos pedaços do centro velho, bem velho.

agosto 2019
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